15 de março de 2014

Em entrevista, Dulce María diz ter se inspirado num cantor brasileiro: “Sua música tem a ver com o Brasil, e ele leva isso para outros países”

Dul
Dulce María ama o Brasil e isso é fato. Ela até já perdeu as contas de quantas vezes veio ao nosso país. “Eu sempre quero vir”, disse a cantora em entrevista ao iG essa semana em um hotel na zona norte de São Paulo. A artista está no País para divulgar “Sin Fronteras”, seu segundo álbum solo,  com lançamento  marcado para 8 de abril. Para o novo trabalho, Dulce teve inspiração no sucesso do sertanejo Michel Teló. “Sua música tem a ver com o Brasil, e ele leva isso para outros países”, afirmou. “Eu também quero levar minhas raízes mexicanas na música.”
Para Dul dizer “obrigado” aos fãs brasileiros, a música “Antes Que Ver El Sol”, é cantada metade em português e metade em espanhol, com a participação especial de Manu Gavassi. “Eles são muito fiéis, sempre estão aí, são muito apaixonados. Eu os amo muito. É por isso que no disco canto em português”, explicou.
Na entrevista a seguir, Dulce María fala sobre “Sin Fronteras”, TV e uma possível reunião do RBD. 
O que os fãs podem esperar do “Sin Fronteras”?
É um álbum com muita diversidade, muita mescla de países e culturas. Tem quatro parcerias, algumas baladas, muitas composições minhas e uma parceria com Manu Gavassi, em que canto em português. São muitos países juntos: México, Colômbia, Argentina, Brasil e Espanha. Acho que os fãs vão gostar. É diferente, tem mais força e mais energia do que o álbum anterior.

O nome do disco tem a ver com essa mescla de culturas?
Sim, é por causa dos países e das culturas que se uniram nesse disco. E também porque eu pedi ajuda aos meus fãs no Twitter para escolher o nome, eles me deram alguns nomes e escolhi “Sin Fronteras”.

Em que você se inspirou para fazer o álbum?
Gosto de muitos artistas e muitas músicas. Estou buscando meu próprio som. Tem muitas coisas latinas. Mas algo que me inspirou foi o sucesso de Michel Teló. Ele é brasileiro, mas “Ai Se Eu Te Pego” estourou no México. Ele é brasileiro e sua música tem a ver com o Brasil, e ele leva isso para outros países. Aproveitando que as pessoas me conhecem em outros países, eu também quero levar minhas raízes mexicanas na música.

Como foi a parceria com a Manu Gavassi?
Eu queria fazer uma parceria com alguém do Brasil e a gravadora nos juntou. Não nos conhecemos pessoalmente, ela gravou aqui e eu em Madri, mas gostei muito do resultado. Eu não a conhecia, mas gostei do que ouvi.

Qual é sua relação com os fãs brasileiros?
Eu os amo. Eles são muito fiéis, sempre estão aí, são muito apaixonados. Eu os amo muito. É por isso que no disco canto em português, tenho uma parceria com uma cantora daqui. Por agradecimento a todo o carinho que recebo do Brasil.

Essa devoção não chega a te assustar?
A única coisa que me assusta é que tanta intensidade possa machucar, ou algo assim. É a única coisa que me assusta. [Em 2006, três pessoas morreram durante uma confusão em um show do RBD em São Paulo]

Você se considera um modelo para seus fãs?
Não um modelo, mas um espelho. Elas podem se identificar comigo e eu tento passar uma boa mensagem, um bom exemplo, mas não sou perfeita. Sou um espelho em que eles podem se refletir e se identificar.

Como é a sua relação com seus companheiros de “Rebelde”?
É linda. Não os vejo muito, mas gosto muito deles.

Os fãs já superaram o fim da banda ou ainda querem que vocês voltem?
Alguns querem o reencontro, outros preferem que sigamos carreira solo.

E vocês, o que querem?
Agora cada um está em sua carreira, seguindo sua vida, focados. Agora não pode haver um reencontro. Talvez haja mais para frente, não falei com eles sobre isso.

Apesar de estar focada na música, você ainda pretende voltar a trabalhar com TV?
Por enquanto não. Eu amo música, amo compor e me expressar através das minhas letras, poder dar uma mensagem. Eu não tenho tempo para atuar. Uma novela dura oito ou nove meses. Se eu estivesse em uma novela, eu não poderia estar aqui. Então prefiro me focar na música, dar toda minha energia na minha turnê.

Como vai ser sua turnê?
Vou começar a planejar tudo quando voltar ao México. Mas vou tocar músicas do novo disco, do álbum anterior e com certeza algumas coisas do RBD.
Em setembro, Dulce retorna ao Brasil para shows em cinco capitais com a turnê do novo álbum. As apresentações acontecerão entre os dias 12 e 20 e os ingressos vão de R$ 100 a R$ 1.200.
FEBRE TEEN

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